‘É estarmos abertos para o aprendizado, todos têm algo para nos ensinar’

Minha tia-prima Marilice Gasparim (Foto: Arquivo Pessoal)
Minha tia-prima Marilice Gasparim (Foto: Arquivo Pessoal)

“Entendo que o sentido da vida é estarmos abertos para o aprendizado, seja com uma criança, com um adolescente, com um adulto ou com um idoso. Todos tem algo para nos dar, para nos ensinar, basta querermos parar para escutar, para observar…”

Esse foi o depoimento que minha prima-tia (ou tia-prima?) Marilice Gasparim (sim, o Gasparim dela é com ‘m’ no final), de 57 anos, mandou  aqui pelo blog.

Eu fiquei bastante feliz porque ela foi a primeira pessoa a enviar a visão sobre o sentido da vida espontaneamente, pelo espaço que eu deixei para quem quiser fazer isso (você pode enviar também por aqui).

Achei interessante que a Marilice disse ‘todos têm algo para nos ensinar’. Desde que eu comecei a entrevistar pessoas sobre o sentido da vida, é justamente isso que percebi. Sempre que eu falo com alguém, de alguma forma saio com algum “aprendizado”, seja pela história da pessoa, seja pelo o que ela falou ou como agiu…

Eu fiz uma listinha com todos os depoimentos que já ouvi. Até agora, contando com o da Marilice, são 22. Você pode lê-los clicando aqui.

Lááá de Jundiaí
A Marilice mora lá em Jundiaí, no interior – não tão interior assim – de São Paulo. Minha família por parte de pai é de lá. Diz a lenda que meu bisavó, o Sr. Gasparin (que eu acho que o certo é com ‘n’ mesmo, como no meu nome), veio da Itália fugido da máfia, sem um tostão no bolso, e se refugiou lá pelos lados de Jundiaí. A minha tia-prima Marilice é casada com o primo do meu pai.

Bom, como ela mandou o depoimento em comentário aberto aqui no blog, eu reproduzo abaixo a continuação do que ela escreveu:

“O sentido da vida é sempre buscarmos conhecimento para que nossa caminhada por este planeta terra seja da melhor maneira possível, aprendendo com os erros, tendo paciência se as atitudes dos que estão próximos de nós não são como nós julgamos que seria o correto e entender que, se não está acontecendo como planejamos foi porque de alguma forma nós mudamos o percurso. Quando adolescente li o livro o ‘Pequeno Príncipe’ e a mensagem que ficou gravada para mim é que somos responsáveis por tudo aquilo que cativamos.”

Muito obrigada por ter participado, Marilice, adorei a mensagem.

Beijos de sua sobrinha-prima aqui de São Paulo.

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