ONG em Londres e documentário português refletem o sentido da vida: ‘A vida não tem sentido’, diz Laerte à Folha sobre filme

Montagem Larte e Filósofo

Um dos resultados mais bacanas dessa minha busca pública pelo sentido da vida é que as pessoas sempre lembram de mim quando veem algo por aí que reflita a questão, como sugestões de filmes, notícias e artigos.

Só nesta última semana eu fiquei sabendo de duas novidades e resolvi registrá-las aqui. Uma delas é o documentário “O sentido da vida”, do diretor português Miguel Gonçalves Mendes (do filme “José e Pilar”, de 2010, sobre o escritor José Saramago).

Uma amiga minha me mandou o link da reportagem na Folha sobre o documentário, que ainda está sendo produzido. A ideia do diretor é mesclar ficção com vida real. Será criada a história de um personagem que descobre uma doença incurável e resolve viajar pelo mundo para descobrir o sentido da vida. A trama será intercalada com depoimentos de seis personalidades ao redor do globo sobre a existência.

Laerte, cartunista que se veste de mulher e prefere ser chamado de ‘ela’, será uma das participantes do documentário. Ela disse, contudo, não ter uma resposta sobre o sentido da vida. “Mas é algo sempre colocado, principalmente para quem está à beira de deixar de existir. Não conheço quem tenha passado por isso e não tido uma crise”, afirmou à Folha.

De acordo com a reportagem, a cartunista atualmente não busca mais o sentido da vida. “Já fui atrás quando era adolescente e místico. A verdade é que a existência não tem justificativa alguma.”

ONG em Londres

Também chegou até mim a notícia da BBC com a ação de uma ONG humanista em Londres que visa refletir o sentido da vida em cartazes pelo metrô da cidade. A campanha chama “Though for the Commute” (pensamento para o passageiro).

De acordo com a reportagem da BBC, os cartazes serão espalhados por duas semanas por dentro das estações, buscando instigar as pessoas a refletirem sobre o sentido da vida e “oferecer perspectivas humanistas às grandes questões da existência humana”, diz o texto.

Entrei no site da British Humanist Association, que está fazendo a campanha, e achei os cartazes.

Veja algumas das frases:

O sentido da sua vida é o que você faz dela” (Anthony Clifford Grayling – filósofo britânico)

O segredo da felicidade é esse: deixe seus interesses fluírem da forma mais ampla possível e deixe suas reações às coisas e às pessoas o mais perto possível da simpatia do que da hostilidade” (Bertrand Russell – filósofo britânico)

Vista um sorriso e faça amigos
Vista uma carranca e crie rugas.
Para que nós vivemos se não para fazer
o mundo menos difícil para as outras pessoas?” (George Elliot – escritor britânico)

Minha noção é de pensar nos seres humanos primeiro e deixar as ideias abstratas cuidar deles” (Virgínia Woolf – escritora britânica)

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